domingo, 20 de setembro de 2015

90's kids

Seria suposto falar sobre as mudanças que existiram, mas acho que estas imagens falam melhor que eu.
E isto são só alguns exemplos.


sábado, 19 de setembro de 2015

Sexo


Este continua a ser um dos grandes tabus da sociedade, embora as coisas já tenham melhorado um pouquinho mais.
Hoje em dia, os jovens começam a vida sexual cada vez, coisa que eu não percebo muito sinceramente. Sempre me disseram que a virgindade era uma coisa que se tinha de perder no momento certo e com a pessoa certa, que não existiam pressas e que eu tinha de me sentir bem no momento. Sempre segui esse pensamento, sempre me apoiei nisso e não me arrependo nada de o ter feito. Nunca tive pressa para essas coisas, porque sabia que iria acontecer quando tivesse de acontecer. Comecei a descobrir o meu corpo antes disso, essa é a verdade. 
Mas não percebo porque é que os jovens de hoje em dia têm tanta pressa para terem sexo. Tudo bem que é bom, mas aos 12 anos? Aos 13 anos? Com essa idade eu andava preocupada com as notas, com as brincadeiras do intervalo, com os Morangos com Açúcar. 
Nunca tive a tal conversa que tanto se fala com os meus pais e nem falo do assunto com os meus pais. O meu pai tem aquela mentalidade de que não posso ter namorado e que os rapazes não se podem aproximar de mim, porque "és muito nova", porque "tens que te preocupar com os estudos". E odeio isso, odeio mesmo! Quando tenho um namorado, escondo-o dos meus pais, ficam sem saber. Nem sei qual seria a reação do meu pai se lhe fosse falar em tal tema (mas eu gosto muito do meu pai).

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Feminismo


Feminismo. Acho que este tem sido dos temas mais polémicos dos nossos tempos. Concordo que se tomem medidas e que as mulheres e os homens tenham direitos iguais, mas isso não quer dizer que as mulheres possam sair por aí a gritar que são melhores que os homens. No fundo, não há um sexo forte, somos todos seres humanos e precisamos uns dos outros. As mulheres precisam dos homens e os homens precisam das mulheres.
É claro que o mais justo e o que deve ser é que tenhamos todos os mesmos direitos, independentemente do género, mas também não nos podemos esquecer das diferenças que existem entre homens e mulheres.
Com a evolução que o nosso mundo já sofreu, já não deviam existir comentários do tipo:
"O lugar das mulheres é na cozinha."
"Mulheres só servem para cozinha, lavar e tratar dos filhos."
"Mulher minha não trabalha."
E isto são só alguns exemplos, nem são dos piores. Merecemos todos os mesmo direitos, porque são DIREITOS HUMANOS, não são direitos só para alguns.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Existe?


Regresso às aulas

Normalmente eu diria que queria continuar de férias e que voltar às aulas é uma merda e todas essas coisas que se ouvem da maior parte dos teenagers, cheia de hastags como #nãoacreditoquejáacabaramasférias #verãopassouacorrer #querovoltarajulho #nãoqueroiràescola #fériasvoltemporfavor #alguémmesalve #bombanaescolaporfavor #happytogotoschoolornot #sorrynotsorry.
Mas este não é o caso.
Sinto-me ansiosa, porque vou começar a faculdade! Vai ser uma etapa completamente diferente e que eu quero muito alcançar. Já estava completamente farta do ambiente da secundária. Queria ir para um sítio onde as pessoas não se preocupam com o que os outros estão a fazer. Queria ir para um sítio onde as pessoas estão porque gostam. Queria ir para um sítio onde não me conhecessem e pudesse recomeçar de novo.
Eu sei que estou assim agora e que daqui a uns tempos estou a chorar pelos cantos e a reclamar dos trabalhos todos que tenho para fazer, dos livros todos que tenho para ler, dos testes para os quais tenho de estudar, das noites em branco a estudar. Eu sei. Apesar de tudo, a minha vontade não diminui. Estou com aquele espírito de abertura e quero muito esforçar-me nesta fase. Quero ser alguém.

Aventura


Quero tanto fugir, viajar, ir para um lugar onde ninguém me conhece. Quero perder-me numa cidade que não é minha. Quero viver aventuras. Quero conhecer sítios novos e pessoas novas. Quero culturas diferentes, ambientes diferentes, tudo diferente. Quero viajar sem destino durante um ano, quero ir onde me levarem.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Relações

Aqui está um tema complicado para mim... Complicado no sentido em que nunca sei bem o que dizer.
Digamos que já tive alguns namorados e as relações foram sempre tão diferentes. E é precisamente este tema que me tem deixado a pensar bastante nestes últimos tempos.
Sou do tipo de pessoa que gosta de estar numa relação, mas não sou do tipo de pessoa que se atira para uma relação com qualquer um. Tem de ser alguém que me cative a sério e que me faça sentir que há algo nele (não sei se me percebem?). Sou daquelas pessoas que se dedica a 100% à relação e que faz de tudo pelo outro, para que o outro se sinta bem, se sinta feliz.
Já tive relações à distância e relações não à distância (não ia usar a palavra normais, afinal o que define uma relação normal?) e a melhor relação que tive foi mesmo uma das que foram à distância.
Ele estava em Londres, mas a ligação que eu sentia com ele era tão (e talvez ainda seja) tão forte, nem sei bem como explicar. A verdade é que mesmo sem nunca ter estado com ele sentia-me bem, mesmo sem nunca ter tido a mão dele na minha ou um simples abraço ou um simples beijo sentia-me bem e parecia tudo certo naquele momento. Confiava nele, não vou dizer que não tinha as minhas cenas de ciúmes (não sou de ferro...), mas não deixava de confiar nele. Sabia que podia falar com ele sobre tudo, que podia contar sempre com ele. Eu quase nem tenho palavras para falar disto... Já estou a chorar e não faço a porra de ideia porquê, mas estou. 
As coisas complicaram-se, eu fiz porcaria, fui (literalmente) estúpida. Confiei em quem não devia ter confiado, confiei em pessoas que se diziam minhas amigas, confiei e perdi o que de melhor tinha. Perdi.
Por vezes, as relações são complicadas e as pessoas são complicadas, mas se o que se sente é maior que todos os problemas que possam aparecer as coisas resultam. Se a vontade de se terem um ao outro, de estarem um com o outro, de pertencerem um ao outro for maior que todos os problemas que possam aparecer as coisas resultam.
Sou mesmo, sem qualquer dúvida, uma pessoa de relações, embora consiga aguentar perfeitamente uma vida de solteira, só que falta sempre qualquer coisa.
O que posso fazer?