quinta-feira, 4 de junho de 2015

30 Day Blog Challenge #10

10. Discuss your first love and your first kiss.

Às vezes o cansaço mental é tanto que nem dá para vir aqui e foi o que me aconteceu ontem, por isso este tópico devia ter saído ontem, mas mais vale tarde que nunca ou não é?

O tema não podia ser melhor... É tão bom poder usar ironia. Pois bem, acho que vou começar pelo primeiro beijo, é o mais fácil.
Posso dizer que o meu primeiro beijo foi no infantário, claro que foi daqueles beijinhos apelidados de "xoxos". Tinha um namorado, parecia o amor da minha vida segundo a minha mãe. Ainda há pouco tempo estive a ver cartas de amor que ele me mandava (a minha mãe guardou, acho que ela adorava o rapaz), todas pirosas e tal, mas admito que achei super querido. Por coincidência dos céus (ou não), ele foi parar à turma do meu irmão, porque chumbou e agora são amigos. Não mantemos contacto e posso admitir também que tenho alguma pena.

Agora... O primeiro beijo a sério. Lembro-me muito bem, porque foi com um rapaz lindo, loiro de olhos azuis de quem eu gostava imenso. Andávamos a trocar mensagens já a algum tempo e íamos falando na escola. Um dia, ele decidiu convidar-me para irmos almoçar os dois juntos. Pensei mesmo que ele me ia beijar nesse dia, mas não aconteceu. Trocámos imensas caricias, mas nada de beijos. Fiquei um bocadinho desiludida. À noite ligou-me e falámos durante horas mesmo, senti-me super bem, no dia a seguir para me levantar às 7h da manhã é que foi mais complicado.
Quando cheguei à escola ele estava lá à porta. Entrámos os dois e ele foi levar-me à sala, disse que ia ficar comigo até tocar. Fomos falando até que tocou. Eu disse-lhe que era melhor ele ir, porque a aula dele era noutro pavilhão. Nesse momento, ele puxou-me para ele, estávamos mesmo colados um ao outro, e beijou-me. Fui mesmo apanhada de surpresa, totalmente mesmo! Nem sequer pensei que ele me fosse beijar na escola e muito menos no meio do corredor. Foi um bom beijo, muito bom até. Acho que ainda foi melhor por ter sido apanhada de surpresa, por não estar à espera, não tive oportunidade de ficar nervosa ou de estar com medo.


O primeiro amor, o primeiro amor. Esse é bem recente. Em 20 anos da minha vida, só tive o meu primeiro amor aos 19, antes foram apenas paixões, umas mais fortes que outras, mas apenas paixões. É uma história complicada que não vou estar a explicar agora, até porque nem interessa muito. Só sei que dói mais que os outros, que dá mais dores de cabeça. É uma sensação completamente diferente das outras e, ainda por cima, calhou-me alguém muito complicado. Sinto-me completamente perdida para ser sincera, não sei mesmo o que fazer em relação a ele. Já passámos por tanta coisa que parece que estou cansada. Também não consigo perceber o que ele quer de mim, não digo que ele não gosto de mim, mas as voltas que a vida dá mudam tudo. E, nem eu sei sequer o que quero dele. Já estive muito mais certa do que queria, já estive com muito mais vontade de o ter. Querem saber o melhor? É uma coisa à distância. Ele está lá, eu estou cá. É português, é o oposto de mim. Vem cá este mês e vamos decidir o nosso destino, é estranho, mas sim. Não estou à espera de nada, não tenho expectativas nenhumas, até porque, não sei mesmo o que vou sentir quando o vir ou o que vai acontecer ou o que vou querer.

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