Sou alguém que por vezes se sente perdida. Sou um nada com uma mistura do tudo. Tenho uma parte do mundo em cada coisa que faço e deixo uma parte de mim em cada coisa que faço. Gosto de pensar que os outros notam a minha presença, mas que também sentem a minha falta. Não gosto de dramas nem de negatividade. Sou simples e complicada ao mesmo tempo. Pergunto-me o que sou e porque sou. Perco-me do mundo quando ouço música ou quando me entrego a um livro. Ouço tudo, vejo tudo, cheiro tudo, saboreio tudo e sinto tudo. Penso umas vezes, não muitas. Sou espontânea e defendo o carpe diem. Adoro Fernando Pessoa, mas não gosto de toda a outra poesia. Procuro o meu lugar no mundo. Procuro a minha alma gémea, ainda tenho essa esperança. Sou feita do que me fazem e do que faço. Sou sensível, talvez demasiado e não me contenho. Choro com tudo e com nada. Posso dizer que sou maricas e tenho pouca força exterior, porque interior dizem que tenho muita. Adoro os meus amigos e faço para que eles saibam isso. Não gosto de me sentir na solidão, embora, por vezes, tenha de estar sozinha. Sou calma, mas não puxem por mim. Prefiro ignorar a ter de me chatear. Evito discussões, só causam rugas. A minha mãe, o meu pai, os meus irmãos e a minha avó são os melhores do mundo. Tenho 20 anos e tanto para aprender. Espero morrer de uma maneira suave ou então espero que seja a salvar alguém. Gosto de coisas lamechas, que parvo da minha parte. Adoro orquídeas e ursos de peluche gigantes. Chamam-me panda, dizem que sou preguiçosa e querida e engraçada. Chamam-me dory, dizem que a minha memória não é muito boa, mas não me lembro porquê. Passo horas no tumblr e não passo sem séries. Filmes de terror não vejo sozinha. Tenho alguma coragem e sei usá-la nos momentos certos. Fico corada com tudo e com nada. Gosto de rapazes com cabeça, com inteligência. Não gosto de coisas ocas. Adoro azulejos. A manteiga tem de ser do lado do fiambre. Gostava de ter uma casa na árvore para fugir para lá, seria o meu refúgio. Sou apaixonada e não perco tempo com o que não vale a pena. Sou isto e muito mais.
terça-feira, 30 de junho de 2015
domingo, 28 de junho de 2015
Sayings #1
"the moment you realize that your bones are made of the same dust as the planets, your lungs are breathing the same air as the migrating butterflies, and your blood is pumping because of the love and care of thousands;
is when you realize that you are not as broken as you think you are.
you are full of the world."
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Sayings
Livre
Sinto-me livre de ti. Estás cá e pouco me importa. Acabou. Não quero mais nada de ti nem quero que queiras algo de mim. Irritavas-me, mas agora és só indiferente. Não digo que vou esquecer o que foste, só que agora és totalmente passado. Também não digo que não possamos ser amigos, simplesmente não vou dar mais por ti, se quiseres tu hás de lutar para ter. E nunca me senti tão bem. Não vou mentir e dizer que não trouxeste coisas boas, porque trouxeste, mas as más superam as boas no teu caso. Não guardo rancores e não me esqueço. Só não deixo que a negatividade afete a minha vida como deixava antes.
Já não és nada. És apenas um conhecido com quem tive alguma coisa. Culpas-me tanto e nem te dás conta que tiveste tanta culpa quanta eu tive. No entanto, é perder tempo tentar que vejas isto. És boa pessoa, és bom rapaz e acredito que sejas bom amigo.
Agora que penso bem nas coisas, estou feliz por não ter acontecido nada, estou mesmo feliz que tenha acabado. Somos muito diferentes. É possível que fossemos felizes agora, é possível que fossemos infelizes. Não me arrependo, só não quero nada para o futuro.
Agora que penso bem, agradeço-te. Ajudaste-me, é verdade.
Fizeste-me sentir como merda às vezes, fizeste com que eu pedisse desculpa ou me sentisse mal quando nem era eu que o devia fazer. O que tinha eu na cabeça? Estou livre. Livre.
Apesar de tudo, desejo-te as maiores felicidades do mundo. Já nem sei o que te dizer, porque nem sinto que tenha de te dizer algo.
São as últimas palavras que te dirijo por agora. Não volto a meter conversa, não volto a procurar-te.
Obrigada.
Adeus. Até sempre. Até já.
domingo, 21 de junho de 2015
30 Day Challenge #24
24. Your favourite movie and what it's about.
Edward Scissorhands
An uncommonly gentle young man, who happens to have scissors for hands, falls in love with a beautiful girl.
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30 DAY CHALLENGE
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Às vezes? Eu própria.
Às vezes, gostava de ser um pássaro para poder voar livre pelos céus, voar para até todos os cantos do mundo. Às vezes, gostava de ser uma chita para poder correr para todo o lado como alguém livre que não tem de ser preocupar com o mundo. Gostava de ser mais livre do que sou, às vezes. Não que posso queixar muito, mas há certas coisas que quero fazer e que não posso porque a sociedade me "proíbe". Supostamente o ser humano tem o poder do livre-arbítrio, mas até que ponto podemos usufruir desse poder?
As "leis" ou regras da sociedade cortam-nos as pernas, impedem-nos de fazer certas coisas. Infelizmente, a sociedade de Portugal ainda é muito retrógrada e conservadora e muitos dos mais velhos olham de lado para os mais novos. Julgam-me porquê? Se sou diferente é porque sou diferente e não pode ser assim porque não me vou integrar. Se sou igual é porque sou igual e sou uma imitação ou uma cópia. Dizem-se sempre: "Sê tu própria".
O que significa ser eu própria? Sou diferente e sou igual ao mesmo tempo, somos todos assim. Este mundo confunde-me, as pessoas confundem-me. Não sabem o que querem e sabem o que querem, só não o dizem. Gostavam de fazer algo e não o fazem porque vai ser mal visto. Han? Não! Se te faz feliz, é para fazer. Parece muito cliché ou frase feita, mas o que nos dá aquele friozinho na barriga costuma ser das melhores coisas que nos acontecem.
O friozinho na barriga do nervosismo, porque é exatamente aquilo que queremos. Gosto de o sentir. Gosto de sentir esse friozinho e mesmo que só corra bem por uns instantes já vale a pena. Gosto das pessoas que me dão esse friozinho, os momentos, as montanhas-russas, os filmes, os concertos, tudo.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
Caption this
Há tantas pessoas a sofrer e nós nem nos apercebemos, tanta gente que está a enfrentar problemas graves e nós nem queremos saber. O mundo tornou-se num mar de individualismo onde o que interessa é o próprio umbigo. Está tudo tão errado. Somos humanos porque somos capazes de sentir compaixão, porque possuimos o poder da Razão, mas só a usamos da pior maneira.
Falo no geral, é claro. Ainda é possível encontrar pessoas boas neste planeta apesar de todo o egoísmo e crueldade que assistimos acontecer à nossa volta.
Olhar para o lado na rua e dizer bom dia ou boa tarde pode fazer toda a diferença no dia de alguém. Isso já me aconteceu. Sabem aqueles dias em que parece que tudo corre mal? Claro que sabem, sofremos todos do mesmo (todos iguais, mas todos diferentes). Estava num desses dias, só queria chegar a casa, fechar-me no quarto, esconder-me debaixo dos lençóis. Queria mandar tudo para o caralho (assim percebem)! E o simples sorriso e bom dia de um rapaz fez toda a diferença. Ele não me conhecia, nem eu o conhecia. Não sei o que ele pensou, mas ainda bem que o fez. Aquele simples gesto teve um efeito extraordinário em mim e na maneira como levei o resto do dia.
Maior parte das vezes, os pequenos gesto são os que fazem a maior diferença, são os que nos marcam. Olhem para o lado. Digam bom dia, boa tarde ou boa noite. Sorriam ao estranho ou à estranha que está a passar ao vosso lado.
Falo no geral, é claro. Ainda é possível encontrar pessoas boas neste planeta apesar de todo o egoísmo e crueldade que assistimos acontecer à nossa volta.
Olhar para o lado na rua e dizer bom dia ou boa tarde pode fazer toda a diferença no dia de alguém. Isso já me aconteceu. Sabem aqueles dias em que parece que tudo corre mal? Claro que sabem, sofremos todos do mesmo (todos iguais, mas todos diferentes). Estava num desses dias, só queria chegar a casa, fechar-me no quarto, esconder-me debaixo dos lençóis. Queria mandar tudo para o caralho (assim percebem)! E o simples sorriso e bom dia de um rapaz fez toda a diferença. Ele não me conhecia, nem eu o conhecia. Não sei o que ele pensou, mas ainda bem que o fez. Aquele simples gesto teve um efeito extraordinário em mim e na maneira como levei o resto do dia.
Maior parte das vezes, os pequenos gesto são os que fazem a maior diferença, são os que nos marcam. Olhem para o lado. Digam bom dia, boa tarde ou boa noite. Sorriam ao estranho ou à estranha que está a passar ao vosso lado.
30 Blog Challenge #22
22. How have you changed in the past 2 years?
Eu mudei tanto, fisicamente e psicologicamente. Estou muito mais adulta e mais responsável, embora digam que não. As experiências que vivemos fazem sempre com algo em nós mude. Não precisa de ser uma mudança radical, pode ser uma mudança mínima que ninguém, sem sermos nós mesmos, dá conta.
Mas a verdade é que estou diferente. Muito até. Nas pequenas coisas estou. Já me larguei de pessoas que não valiam a pena e agarrei-me às que valem. Como já disse, estou mais responsável (um pouquinho só). Tenho mais certezas do que quero e menos dúvidas. Estou a enfrentar os meus fantasmas, finalmente, embora me esteja a destruir um pouco.
O que somos nós sem mudança? Certas opiniões que tinha mudaram para o bem da minha capacidade intelectual. Estou mais "leve", estou mais feliz. Já não me preocupo tanto com o que me preocupava. O peso que tinha nos ombros aliviou-se. Se antes vivia o momento sem me preocupar muito com o que por aí vinha, agora ainda vivo mais. Alguns dos meus medos estão mais pequenos. Já fiz 20 anos e há certas coisas que nunca vão mudar, apesar de tudo. Estou ainda mais sensível. Aprendi que não preciso de esconder nada dos meus amigos, mas isto ainda está em processo de mudança. Se antes me calava quando estava mal ou me afastava, posso dizer que isso também mudou, já não fujo tanto das pessoas que me querem bem.
Eu mudei tanto, fisicamente e psicologicamente. Estou muito mais adulta e mais responsável, embora digam que não. As experiências que vivemos fazem sempre com algo em nós mude. Não precisa de ser uma mudança radical, pode ser uma mudança mínima que ninguém, sem sermos nós mesmos, dá conta.
Mas a verdade é que estou diferente. Muito até. Nas pequenas coisas estou. Já me larguei de pessoas que não valiam a pena e agarrei-me às que valem. Como já disse, estou mais responsável (um pouquinho só). Tenho mais certezas do que quero e menos dúvidas. Estou a enfrentar os meus fantasmas, finalmente, embora me esteja a destruir um pouco.
O que somos nós sem mudança? Certas opiniões que tinha mudaram para o bem da minha capacidade intelectual. Estou mais "leve", estou mais feliz. Já não me preocupo tanto com o que me preocupava. O peso que tinha nos ombros aliviou-se. Se antes vivia o momento sem me preocupar muito com o que por aí vinha, agora ainda vivo mais. Alguns dos meus medos estão mais pequenos. Já fiz 20 anos e há certas coisas que nunca vão mudar, apesar de tudo. Estou ainda mais sensível. Aprendi que não preciso de esconder nada dos meus amigos, mas isto ainda está em processo de mudança. Se antes me calava quando estava mal ou me afastava, posso dizer que isso também mudou, já não fujo tanto das pessoas que me querem bem.
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segunda-feira, 15 de junho de 2015
Carta #4
Não sei bem o que te dizer, mas hoje as saudades estão a apertar mais que nunca. Sinto-me a falhar-te, sinto-me a deixar-te mal. Já não estás comigo em carne e osso, embora goste de pensar que foste apenas viajar e que um dia nos vamos voltar a ver.
Não te ouço, não te vejo, apenas te sinto. Não o teu toque. Não. Sinto a tua alma ou o teu espírito, não sei o que lhe chamar, nem sei se lhe podemos chamar alguma coisa. Vou procurando e nunca te encontro. O som da tua voz, na nossa última conversa, ainda ecoa na minha mente como se tivesse acontecido ontem, embora já tenham passado anos.
Não tens noção da falta que me fazes, não tens noção de nada, provavelmente, eu também não. As saudades em vez de diminuírem aumentam e sem ti parece tudo mais difícil.
Ainda me questiono porque raio tinhas de partir e abandonar-me desta maneira. Não há outra forma de o dizer, fiquei mesmo abandonada, perdida, sozinha. O mundo já não é o mesmo para mim e nunca o vai ser, todos os dias muda e muda porque estou sem ti.
Já não sou capaz de acreditar em mim como acreditava quando me dizias todas aquelas palavras que me preenchiam por dentro. Nem sequer te posso dar a mão ou mandar uma simples sms. Restam-me estas cartas e não há maneira de saber se alguma vez chegarão até ti.
Só vou descobrir resposta a todos estes mistérios, a todas estas perguntas que insistem em permanecer na minha cabeça quando partir. Quando partir para junto de ti, espero eu.
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Carta
domingo, 14 de junho de 2015
sábado, 13 de junho de 2015
Said
Acho que a imagem diz tudo. Passamos o tempo a preocupar-nos com os outros, com o que eles fazem ou não fazem, perdemos tempo com coisas que não valem a pena. Perdemos tempo a falar mal de algo, porque não somos capazes de enfrentar a mudança. Há problemas bem maiores que a homossexualidade, o estado do nosso país é um grande problema, mas maior parte decide deixar passar e ver o que acontece.
É triste ver que a sociedade se preocupa mais com o que é diferente do que com os verdadeiros problemas que enfrentamos.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
30 Day Challenge #19
19. Disrespectig your parents.
Quando olho para trás, vejo que nunca desrespeitei os meus pais. O desrespeito não acontecia, não era tolerado. Nem eu, sequer, pensava em desrespeitar as pessoas que me estavam a criar e que me davam o que eu precisava.
Hoje em dia, as coisas já não são tanto assim. Vejo tantos miúdos e miúdas a faltarem ao respeito aos pais por coisas que não lembram a ninguém. O pior de tudo é que vejo esses pais a rebaixarem-se e até a pedirem desculpas aos filhos como se fossem eles a mandar. O que se passa neste mundo? Já assisti a cenas em que os filhos chamavam nomes ao pais, que os mandavam para os piores sítios, que lhes diziam as piores palavras que podem existir. Não vou tolerar aos meus filhos que me faltem ao respeito, não vai acontecer.
A verdade é que as gerações destes tempos não têm respeito por nada. Se não têm pelos pais como vão ter pelos outros? Pelos professores? Pelos amigos? Até mesmo pela policia? Quando ouço a maneira como alguns miúdos falam com os pais, penso logo: "Se eu falasse assim com os meus pais levava logo uma lambada". Sempre aprendi a ter respeito e a ser respeitada, não podemos ter uma coisa sem a outra.
O respeito não nasce connosco, o respeito adquire-se.
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quinta-feira, 11 de junho de 2015
Mota
Dei com isto e como estou gira tive de publicar. Okay, é mais porque
estamos os dois bem, porque és um amigo com quem posso contar sempre.
Obrigada por todas as coisas que já fizeste por mim e sobretudo pela
paciência, porque eu sei que não sou fácil. Obrigada pelos sermões que
me ajudam muito (tu e a Neves são tipo os meus pais e eu gosto muito de
vocês). Acho muito engraçado o facto de te preocupares mais comigo do
que eu me preocupo comigo própria. Já sabes que podes contar comigo para
tudo e que vou estar sempre do teu lado, seja para te gritar (ou pelos
menos tentar gritar e intimidar, sabes que não é bem o meu forte) ou
para te aplaudir de pé. Acredito em ti e acredito que és capaz de
realizar o que quiseres, desde que metas isso na tua cabeça. És forte.
Obrigada pela confiança. Obrigada pelas conversas sérias, mas também
pelas conversas mais parvas e sem sentido (não sei se te lembras da do
colchão pahahahahah, eu lembro). Tenho a certeza que és dos amigos que
vai ficar para sempre e que vamos partilhar muita coisas juntos, pelos
menos eu quero que seja assim e vou lutar para que isso aconteça. Vou-te
chatear imenso para nos encontrarmos, para falarmos, para partilharmos
muita coisa, porque preciso de ti Mota. A tua amizade é mesmo muito
importante e tens estado nos momentos mais difíceis da minha vida,
naqueles que mais preciso. Nunca me abandonaste e dou muito valor a
isso. És uma pessoa muito boa, mesmo que não seja essa a primeira
impressão que tive de ti (porque me falaste super mal no 10º ano,
tipo...). Bem, para finalizar, eu gosto muito de ti e espero que a nossa
amizade se mantenha por muitos muitos anos! És mesmo importante para
mim, não te esqueças disso. Lembra-te, também, que nada na vida é certo,
tudo é relativo e tudo pode mudar de repente.
Gosto muito de ti heart emoticon (digo outra vez)
Ps. como não podia deixar de ser, aqui fica: EU SOU MUITO LINDA
Gosto muito de ti heart emoticon (digo outra vez)
Ps. como não podia deixar de ser, aqui fica: EU SOU MUITO LINDA
30 Day Challenge #18
18. Your beliefs.
Acredito, acredito muito e com toda a fé do mundo. Acreditar é ter esperança e sem ela não podemos viver bem.
Há mil outras coisas em que acredito, é basicamente uma lista infinita. A vida muda e as minhas crenças acompanham essa mudança.
Acredito, acredito muito e com toda a fé do mundo. Acreditar é ter esperança e sem ela não podemos viver bem.
Deus
Destino, não num caminho traçado, mas certas coisas ou pessoas que têm de aparecer na nossa vida
Vida depois da morte
Almas gémeas, não só no amor, mas também na amizade
Amor verdadeiro
Amor à primeira vista
Relações à distância podem resultar
Há sempre uma maneira de alcançarmos o que queremos
Não somos nada sem o sofrimento
Tudo acontece por uma razão
O que nos dá o friozinho na barriga é o que vale mais a pena
Não evoluímos o pensamento sem cultura
Cultura é a parte mais importante de uma sociedade
Há mil outras coisas em que acredito, é basicamente uma lista infinita. A vida muda e as minhas crenças acompanham essa mudança.
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Catfish
CATFISH: THE TV SHOW é um programa que dá na MTV em formato de reality show. Fala das verdades e das mentiras por detrás dos relacionamentos online. É baseada num documentário realizado pelo Nev Schulman com a ajuda do Max Joseph, que são os apresentadores deste programa. Nev, no documentário que realizou com o seu pareceiro, "Catfish: o filme", conta a sua experiência com um relacionamento online em que foi enganado. Teve então a ideia de ajudar os outros e foi assim criado o Catfish.
Em cada episódio, com a orientação de Nev Schulman, estrela de "Catfish: o filme", e do amigo Max Joseph,
um(a) romântico(a) vai embarcar numa jornada emocional, com o objetivo
de descobrir a verdade acerca da pessoa em que está interessado(a). Será
que tem estado a ser verdadeiro(a) com ele(a)? Irão os sentimentos
confirmar-se quando se conhecerem ao vivo? Apenas uma coisa é certa:
estas jornadas incríveis vão ser acompanhadas de mistério, incertezas,
perdão, alegria e, por vezes, até revelações chocantes!
Eu vejo todos os episódios e acho um programa bastante interessante e emocional. Aprendi muito sobre relações online e só fez com que tivesse cada vez mais cuidado com essas tais relações. Na maior parte dos casos, as fotografias que mandam são falsas, mas os sentimentos são verdadeiros, segundo o que eles próprios dizem. O Nev e o Max fazem com que o programa se torne ainda mais interessante, pois envolvem-se a sério nos casos e deixam escapar as suas emoções.
O programa mostra que existe uma variedade enorme de pessoas no mundo com visões muito diferentes do amor, do mundo, a amizade e de todas as outras coisas. Há casos em que são amigos e pessoas próximas que andam a enganar.
Outra coisa que gosto neste reallity show, é o facto de retratar casais heterossexuais, mas também casais homossexuais, pessoas que estão num processo de mudança de sexo. Há pessoas de todos os tipos, etnias.
quarta-feira, 10 de junho de 2015
30 Day Blog Challenge #17
17. Your highs and lows of this past year.
Há sempre tantas coisas más e boas num ano, nem sei se me lembro de todas, mas vou tentar. Vamos lá voltar a olhar para 2014.
Há sempre tantas coisas más e boas num ano, nem sei se me lembro de todas, mas vou tentar. Vamos lá voltar a olhar para 2014.
:)
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Devaneios
Tenho tantas coisas na minha vida. Coisas boas e más, mas são coisas que me fazem viver. O que seria de nós sem o sofrimento? Já nem falo do sofrimento amoroso, porque esse já é habitual. Aquele sofrimento mais simples, mas que me faz suspirar de dor. Sei muito bem que não seria nada do que sou, não tinha feito nada do que fiz, não seria nada do que vou ser, não faria tudo o que vou fazer.
O presente é uma coisa engraçada, porque é sempre influenciado pelo passado ou pelo futuro. Mesmo que digam "vivam o momento" ou carpe diem, atenção que eu defendo muito esta filosofia (se assim lhe pudermos chamar), o passado influenciou o que estamos a fazer agora e o futuro também vai influenciar o que estamos a fazer agora. Acontece em situações simples como o estudar. Eu estou a estudar, porque vou ter exames e preciso de boas notas para entrar na faculdade. Estou a estudar mais profundamente, porque faltei a um exame no ano passado e fiquei sem nota.
Estão sempre a dizer-me para esquecer o passado e não me preocupar com o futuro, só que não é bem assim. Só não pensa no passado quem não o teve. O passado faz parte de mim, é a minha história e mesmo as palavras que estou a escrever agora já estão no passado. As palavras que leram anteriormente já estão no passado, porque é constante, porque passa um milésimo de segundo e já é passado. As palavras que estou a escrever agora eram futuro e as palavras que vocês estão a ler agora também eram futuro, mas já estão no meu passado e no vosso presente.
O tempo é relativo. Aliás, o que não é relativo neste mundo? Acho que nada é certo. Nada. Se houver alguma coisa que seja certa, por favor digam-me. A verdade é que prefiro ir vivendo, usar e abusar do carpe diem. Não tenho nenhum plano especifico para o futuro, tenho objetivos que espero alcançar. Também não esqueço o passado, ensinou-me muita coisa.
Agora estou à espera. Estou à espera de alguém que pode ser o meu futuro ou tornar-se no meu passado. É tudo tão incerto, é tudo tão certo. Num desespero, que quase alcanço por não saber o que será de mim ou de nós, vou escrevendo palavras por aí. Não as envio para ele, não posso, tenho que me conter e não me entregar tanto como já fiz.
terça-feira, 9 de junho de 2015
30 Day Blog Challenge #16
16. Your views on mainstream music.
Nem toda a mainstream music é má, eu ouço alguma até. Há músicas que não fazem sentido nenhum e nem percebo como é que as pessoas conseguem ouvir ou gostar delas e o mesmo acontece com artistas. Há artistas de que não gosto. Podem ter talento, mas não fazem o meu tipo.
A sociedade, ou pelos menos as novas gerações, caíram tanto na ideia de ser diferentes que acabam todos por ser iguais. Vestem as mesmas roupas, usam as mesmas expressões e ouvem as mesmas músicas. Como disse antes, ouço músicas que estão incluídas neste grupo, mas nem tantas, porque maior parte não faz o meu género.
Acho que me é igual, não me faz diferença ou comichão que músicas estão mais na moda ou que toda a gente ouve. Eu sei do que gosto e sei o que ouço e é isso que me importa. Sou mais de artistas como Ed Sheeran, John Mayer, The 1975, James Bay, entre outros, mas também ouço One Direction, Justin Bieber, 5 Seconds of Summer (chamem-me o que quiserem!).
Não tenho grande coisa a dizer, porque nunca pensei muito nisso, nem sequer tenho grande interesse ou ache que é um assunto com que nos devemos preocupar.
No fundo, ainda bem que as pessoas ouvem música, porque a música faz toda a diferença. A música é capaz de comunicar connosco de uma maneira diferente, consegue chegar a nós e identificamos-nos com ela. A música faz do mundo um lugar melhor.
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segunda-feira, 8 de junho de 2015
30 Day Blog Challenge #15
15. Your favourite tumblrs.
Não tenho muitos favoritos, mas fica aqui uma lista de tumblrs que deviam visitar.
Deixo aqui o link do meu para visitarem também:
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domingo, 7 de junho de 2015
“Please if you find me, let me know, because I lost myself when I loved you”
O que somos nós? O que fomos nós? Perdi-me do mundo por tua causa. Salvaste-me e, ao mesmo tempo, empurraste-me para o inferno. Sinto-me sozinha quando não me falas, sinto-me sozinha quando nem uma palavra tua recebo. Sinto-me sozinha. Pouco sei de ti destes últimos tempos e pouco sabes de mim.
Se pensar no que éramos à uns tempos atrás, vejo que tudo está diferente. Falávamos todos os dias a toda a hora, porque precisávamos disso. Continuo a precisar, mas acho que tu não. Continuo a precisar, mas já não é da mesma maneira. Aguento-me sem ti, embora me aguentasse muito melhor contigo.
Não sei se vamos resultar. Não sei se vamos ficar juntos. Não sei nada disso. Sei que me perdi quando me entreguei a ti. O que faço eu agora? Sem o encontro não posso ter certezas. Sem te olhar olhos nos olhos não posso saber nada. Não tenho expectativas. Não espero nada de ti, não vale a pena. Não vale o meu tempo, sinceramente.
Errei? Errei. É certo e sabido, mas não fui a única. Já não sou tão dependente de ti. Libertei-me um pouco, um muito pouco. Foda-se tudo se não dermos certo. Caia o céu e caia um raio.
Depois de tudo vai ser estranho não te ter. Aguento-me mais umas semanas, depois quero um sim ou um não. Um a sério ou um não vale a pena. Quero-te a ti ou quero-me a mim.
30 Day Challenge #14
14. Your earliest memory.
Lembro-me de quando a minha mãe me quis levar ao infantário e teve um acidente de carro. Bateu numa carrinha dos correios. Lembro-me do medo que senti, de estar mesmo perdida sem saber o que fazer. Agarrei-me à minha mãe e fui observando tudo à minha volta. Sei muito bem a cara do homem que estava a conduzir a tal carrinha. Já nem temos o carro em que íamos quando batemos, está tudo tão diferente. Já aconteceu à uns 14/15 anos.
Ah, lembro-me dos policias a insistirem comigo porque me queriam levar ao infantário e eu sempre a dizer que não queria deixar a minha mãe. Lembro-me de certas coisas, mas também tenho algumas falhas. Sei onde aconteceu e que eram umas 14h, tínhamos acabado de almoçar.
Acho que foi o meu primeiro trauma. Foi o meu primeiro grande susto.
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sábado, 6 de junho de 2015
Mas o quê?
Não sei de que é feito o mundo onde vivo nem sei se quero saber. Ser feito de partículas de massa ou de terra ou de cimento ou de barro não me vai fazer mais feliz e a verdade é essa. Nem sei bem do que eu sou feita. Dizem que maior parte é água, mas de que me serve a água? Fisicamente pode saciar-me, no que diz respeito à parte sentimental já não posso dizer o mesmo. A vodka, essa já tem outro efeito. Essa faz-me deitar tudo cá para fora. Deem-me alguns copos e vodka e comecem com as perguntas que me sacam tudo o que quiserem saber. Sou mesmo fraca quando não estou em mim, não me aguento e sou capaz de dizer todos os disparates que me passam pela cabeça.
Não sei o que me sacia verdadeiramente a alma sem ser o amor. E esse já anda longe. Ando perdida, mas perdida a sério. Nem me consigo encontrar. Vejo as pessoas, vejo não, observo e desejo ir para o lugar delas. Parecem tão felizes e eu tão triste. Por outro lado, não trocava a minha vida por nada, pode ser complicada, mas o que seria eu sem ela? Sou complicada, talvez até demais. Odeio aranhas e bichos com mais do que quatro patas, metem-me nojo. Gosto de comer fora, mas tem de ser de qualidade, isto é capaz de me saciar a alma ou acho eu. Serão os pequenos prazeres? Coisas simples como ler um livro que nos preencha, coisas simples como beber um chá, coisas simples como ter os pés quentes. Sim, é capaz de ser isso.
Estou a fazer sentido ou é tudo sem sentido? Às vezes faz sentido na minha cabeça e nas outras cabeças não faz. Diferenças. Diferenças que fazem do mundo um lugar melhor ou pior, dependendo do ponto de vista. Não gosto de mim sempre e gosto de mim sempre. Volto a dizer que sou complicada. Não sou para toda a gente que por aqui habita. Complicada e simples ao mesmo tempo. Sou de dois mundos, da realidade que sou obrigada a viver e da realidade dos livros. Na segunda é onde sou mais feliz, confesso.
Sabem que mais?
"E viva a pornografia de estar vivo. E adorar."
Não sei o que me sacia verdadeiramente a alma sem ser o amor. E esse já anda longe. Ando perdida, mas perdida a sério. Nem me consigo encontrar. Vejo as pessoas, vejo não, observo e desejo ir para o lugar delas. Parecem tão felizes e eu tão triste. Por outro lado, não trocava a minha vida por nada, pode ser complicada, mas o que seria eu sem ela? Sou complicada, talvez até demais. Odeio aranhas e bichos com mais do que quatro patas, metem-me nojo. Gosto de comer fora, mas tem de ser de qualidade, isto é capaz de me saciar a alma ou acho eu. Serão os pequenos prazeres? Coisas simples como ler um livro que nos preencha, coisas simples como beber um chá, coisas simples como ter os pés quentes. Sim, é capaz de ser isso.
Estou a fazer sentido ou é tudo sem sentido? Às vezes faz sentido na minha cabeça e nas outras cabeças não faz. Diferenças. Diferenças que fazem do mundo um lugar melhor ou pior, dependendo do ponto de vista. Não gosto de mim sempre e gosto de mim sempre. Volto a dizer que sou complicada. Não sou para toda a gente que por aqui habita. Complicada e simples ao mesmo tempo. Sou de dois mundos, da realidade que sou obrigada a viver e da realidade dos livros. Na segunda é onde sou mais feliz, confesso.
Sabem que mais?
"E viva a pornografia de estar vivo. E adorar."
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Exames
Ando toda stressada e mesmo a dar em doida com os exames e ainda nem chegaram. Acabei as aulas e tenho tanto para estudar. Tenho ainda mais pressão, porque tenho que conseguir ótimas notas para entrar na faculdade com estes exames. Já podia lá estar se não tivesse adormecido no ano passado e faltado ao exame de história, mas não é que esteja arrependida.
Bem, a verdade é que já não posso ver livros à frente e muito menos de história, mas tenho 3 anos para estudar. Não percebo bem a ideia de juntarem 3 anos num exame, querem que as médias subam e depois fazem coisas lindas destas. Parece-me que este ano as médias ainda vão baixar mais.
De qualquer maneira, a todas as pessoas que andam stressadas com os exames e com os estudos, eu percebo-vos. Desejo toda a sorte do mundo a quem vai ter exames!
Estudem muito.
quinta-feira, 4 de junho de 2015
30 Day Challenge #11
11. Put your iPod on shuffle and write 10 songs that pop up.
Thinking Out Loud - Ed Sheeran
Thinking Out Loud - Ed Sheeran
Who Says - John Mayer
Wrapped Around Your Finger - 5 Seconds of Summer
One Less Lonely Girl - Justin Bieber
Give Me Love - Ed Sheeran
Skinny Love - Birdy
Feel So Close - Calvin Harris
West Coast - Lana del Rey
Deixa-te de Merdas - Agir
Kiss You - One Direction
Wrapped Around Your Finger - 5 Seconds of Summer
One Less Lonely Girl - Justin Bieber
Give Me Love - Ed Sheeran
Skinny Love - Birdy
Feel So Close - Calvin Harris
West Coast - Lana del Rey
Deixa-te de Merdas - Agir
Kiss You - One Direction
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30 DAY CHALLENGE
30 Day Blog Challenge #10
10. Discuss your first love and your first kiss.
Às vezes o cansaço mental é tanto que nem dá para vir aqui e foi o que me aconteceu ontem, por isso este tópico devia ter saído ontem, mas mais vale tarde que nunca ou não é?
O tema não podia ser melhor... É tão bom poder usar ironia. Pois bem, acho que vou começar pelo primeiro beijo, é o mais fácil.
Posso dizer que o meu primeiro beijo foi no infantário, claro que foi daqueles beijinhos apelidados de "xoxos". Tinha um namorado, parecia o amor da minha vida segundo a minha mãe. Ainda há pouco tempo estive a ver cartas de amor que ele me mandava (a minha mãe guardou, acho que ela adorava o rapaz), todas pirosas e tal, mas admito que achei super querido. Por coincidência dos céus (ou não), ele foi parar à turma do meu irmão, porque chumbou e agora são amigos. Não mantemos contacto e posso admitir também que tenho alguma pena.
Agora... O primeiro beijo a sério. Lembro-me muito bem, porque foi com um rapaz lindo, loiro de olhos azuis de quem eu gostava imenso. Andávamos a trocar mensagens já a algum tempo e íamos falando na escola. Um dia, ele decidiu convidar-me para irmos almoçar os dois juntos. Pensei mesmo que ele me ia beijar nesse dia, mas não aconteceu. Trocámos imensas caricias, mas nada de beijos. Fiquei um bocadinho desiludida. À noite ligou-me e falámos durante horas mesmo, senti-me super bem, no dia a seguir para me levantar às 7h da manhã é que foi mais complicado.
Quando cheguei à escola ele estava lá à porta. Entrámos os dois e ele foi levar-me à sala, disse que ia ficar comigo até tocar. Fomos falando até que tocou. Eu disse-lhe que era melhor ele ir, porque a aula dele era noutro pavilhão. Nesse momento, ele puxou-me para ele, estávamos mesmo colados um ao outro, e beijou-me. Fui mesmo apanhada de surpresa, totalmente mesmo! Nem sequer pensei que ele me fosse beijar na escola e muito menos no meio do corredor. Foi um bom beijo, muito bom até. Acho que ainda foi melhor por ter sido apanhada de surpresa, por não estar à espera, não tive oportunidade de ficar nervosa ou de estar com medo.
Às vezes o cansaço mental é tanto que nem dá para vir aqui e foi o que me aconteceu ontem, por isso este tópico devia ter saído ontem, mas mais vale tarde que nunca ou não é?
O tema não podia ser melhor... É tão bom poder usar ironia. Pois bem, acho que vou começar pelo primeiro beijo, é o mais fácil.
Posso dizer que o meu primeiro beijo foi no infantário, claro que foi daqueles beijinhos apelidados de "xoxos". Tinha um namorado, parecia o amor da minha vida segundo a minha mãe. Ainda há pouco tempo estive a ver cartas de amor que ele me mandava (a minha mãe guardou, acho que ela adorava o rapaz), todas pirosas e tal, mas admito que achei super querido. Por coincidência dos céus (ou não), ele foi parar à turma do meu irmão, porque chumbou e agora são amigos. Não mantemos contacto e posso admitir também que tenho alguma pena.
Agora... O primeiro beijo a sério. Lembro-me muito bem, porque foi com um rapaz lindo, loiro de olhos azuis de quem eu gostava imenso. Andávamos a trocar mensagens já a algum tempo e íamos falando na escola. Um dia, ele decidiu convidar-me para irmos almoçar os dois juntos. Pensei mesmo que ele me ia beijar nesse dia, mas não aconteceu. Trocámos imensas caricias, mas nada de beijos. Fiquei um bocadinho desiludida. À noite ligou-me e falámos durante horas mesmo, senti-me super bem, no dia a seguir para me levantar às 7h da manhã é que foi mais complicado.
Quando cheguei à escola ele estava lá à porta. Entrámos os dois e ele foi levar-me à sala, disse que ia ficar comigo até tocar. Fomos falando até que tocou. Eu disse-lhe que era melhor ele ir, porque a aula dele era noutro pavilhão. Nesse momento, ele puxou-me para ele, estávamos mesmo colados um ao outro, e beijou-me. Fui mesmo apanhada de surpresa, totalmente mesmo! Nem sequer pensei que ele me fosse beijar na escola e muito menos no meio do corredor. Foi um bom beijo, muito bom até. Acho que ainda foi melhor por ter sido apanhada de surpresa, por não estar à espera, não tive oportunidade de ficar nervosa ou de estar com medo.
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30 DAY CHALLENGE
Hum, o que é isto?
Não sei se sou estranha, nem sei bem o que sou. Complicada, talvez. Curiosa, talvez. Já me chamaram tanta coisa que eu fico a pensar o que sou realmente. Tantas opiniões diferentes sobre uma pessoa só. Provavelmente não depende só de mim não é? Depende do que os outros são. Mas quão diferentes são eles de mim? Temos pele, temos olhos, temos boca, temos cabelo, temos órgãos, temos pernas, temos pés, temos sentimentos, temos cérebro (ou, pelo menos, quase todos), temos mil e uma coisa em comum e mesmo assim temos mil e uma coisas diferentes.
TAG - Espelho Meu
1. Você gosta do seu nome ou mudaria?
Distraída, curiosa, calma.
Sim, gosto imenso do meu nome. Sou Ana Carolina e talvez goste menos do Ana, mas não tenho razão para mudar. E foram os meus pais que me puseram o nome, acho que não seria capaz de o mudar.
2. Gostaria de ser mais velha ou mais nova?
Mais nova. Fiz 20 anos, no mês passado, e sem saber bem porquê pesaram-me que nem chumbo quando chegaram. Gostava de me manter nos 18 ou nos 19 para sempre.
3. Você queria ter nascido loira, morena, ruiva, negra ou mulata?
Morena, tal como sou. Gosto da minha cor de cabelo.
4. E quanto a cor dos olhos, azuis, verdes, castanhos ou pretos?
Eu tenho uma enorme pancada por olhos azuis, mas acho que preferia ter nascido com os olhos verdes. Os meus são castanhos.
5. Seu cabelo é natural ou tingido?
Natural, pelo menos por enquanto.
6. Gostaria de ser mais alta ou mais baixa?
Mais alta. Eu acho que sou um pouco baixa, gostava de ter um bocadinho mais de altura, pelo menos para ser mais alta que a minha mãe e deixar de ser a mais baixa da família.
7. Gostaria de ser mais magra ou mais encorpada?
Mais magra, mas já estou a tratar disso. Estou a perder uns quilinhos.
8. Você é mais menininha ou mais desencanada?
Acho que sou um pouco dos dois, depende da situação.
9. Você prefere usar calça jeans ou shorts jeans?
Calça, não gosto muito das minhas pernas.
10. Vestido ou saia?
Vestidos, adoro vestidos!
11. Macacão ou jardineira?
Jardineira, outra coisa que adoro!
12. Prefere usar sapatilhas e saltos? ou tênis e chinelos?
Preferia conjugar tênnis e saltos, porque é o que uso. Saltos para festas e ocasiões especiais e tênnis para o dia-a-dia.
13. Você compra mais produtos de maquiagem e cosméticos? ou roupas e acessórios?
Compro mais roupa e acessórios, sem dúvida.
14. Você se arruma mais para o dia, tarde ou noite?
Para todas as alturas, acho que temos de estar sempre bem.
15. Qual celebridade você gostaria de ser?
Gostaria de ser a Angelina Jolie, acho que é uma grande mulher e que faz por fazer a diferença no mundo com o que tem e com a sua influência.
16. Se defina em 3 PALAVRAS:
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terça-feira, 2 de junho de 2015
30 Day Blog Challenge #9
9. How you hope your future will be like.
Quero ser bem sucedida como psicóloga
Quero ser muito viajada
Não tenho grandes planos em relação ao meu futuro nem grandes expectativas. Espero acima de tudo ser feliz. Não sou pessoa de planear o futuro, porque sou mais de viver o momento e sou muito espontânea, por isso tudo pode mudar a qualquer momento.
Obviamente que há coisas que quero que aconteçam.
Quero casar
Ser mãe
Ter uma casa
Quero ser bem sucedida como psicóloga
Quero ser muito viajada
Há muito mais coisas que quero realizar. Desejo muita coisa, quero muita coisa. Maior parte quero partilhar com as pessoas de quem mais gosto, como as viagens, por exemplo. Vou esperar o melhor do futuro, mas até que ele chegue... Carpe Diem.
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segunda-feira, 1 de junho de 2015
30 Day Challenge #8
8. A moment you felt the most satisfied with your life.
Este foi um dos momentos. Numa viagem de comboio, uma viagem simples com estas personagens que veem na fotografia. Não é a melhor fotografia de sempre, mas é uma das melhores. É nestes momentos mais simples que me sinto completamente feliz, não preciso de muito, preciso deles. Fazem chorar de rir, dão-me na cabeça quando preciso de ouvir, ouvem-me quando mais preciso de desabafar, não me julgam, aceitam-me como sou e, acima de tudo, fazem com que eu sinta que tenho valor.
Palavras nunca vão ser suficientes para poder mostrar o que eles fazem por mim. Sinto-me feliz ao pé deles e sei que os vou ter sempre ao meu lado.
Foi um dos momentos em que me senti mais satisfeita, porque não precisamos de muito para nos rirmos juntos, não precisamos de sair todos os dias à noite para nos divertirmos, não precisamos de álcool para nos divertirmos. Os silêncios existem e fazem parte, mas nunca são estranhos. São um dos meus pilares.
A verdade é que não os posso perder, não os posso deixar, porque já conhecem tanto de mim, já lhes dei tanto de mim que se tornaram uma parte de mim e nunca serei a mesma se se forem. Admito, preciso deles. Muito até.
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